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Grupo F: Argentina, com Messi outra vez em destaque, e Nigéria seguem em frente

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Nigéria 2-3 Argentina

Mesmo apurada, a Argentina optou por manter o seu 11 base e voltou a demonstrar algumas dificuldades (nomeadamente defensivas), apesar de a exibição ter sido mais satisfatória. Messi, ao contrário dos outros dois jogos, fez uma grande exibição (marcou dois e voltou a ser decisivo), Garay demonstrou muita segurança e esteve perto de marcar, Di María fez um jogo incansável mas faltou-lhe qualidade nos momentos cruciais e Rojo apontou o seu primeiro golo com a camisola da selecção. Do lado da Nigéria, Musa foi a grande figura ao marcar os dois golos da equipa mas Enyeama mostrou novamente a sua qualidade entre os postes com várias defesas de grande nível.



Bósnia-Herzegovina 3-1 Irão

Não era fácil a tarefa de Carlos Queiroz. A Bósnia alinhou com Dzeko e Ibisevic de início - algo que já deveria ter feito neste Mundial - e os resultados obtidos foram completamente diferentes. As notas de destaque dizem respeito à participação de cada uma das selecções neste Mundial. A Bósnia devia ter apostado num 11 com dois avançados, tal como fez na fase de qualificação por diversas vezes (era este o ADN da equipa), pelo menos frente a Nigéria e Irão. Pjanic foi quem mais se evidenciou neste Mundial do lado bósnio. Já o Irão sai de cabeça erguida, não só por ter marcado um golo hoje, e assim evitar o facto de ser a única equipa a sair do Brasil sem marcar, mas sobretudo pela organização defensiva que demonstrou ao longo do torneio, que por pouco não deu mais pontos a este conjunto.

Grupo F: Golo tardio de Messi apura Argentina para os "oitavos", termina a estreia da Bósnia em Mundiais

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Argentina 1-0 Irão

Carlos Queiroz montou uma autêntica teia defensiva e a Argentina demorou 90 minutos para contornar a excelente organização táctica da selecção do Irão. Valeu Messi já para lá da hora, depois dos iranianos terem anulado os sul-americanos na 1.ª parte e terem disposto das melhores ocasiões na etapa complementar (até tiveram um penálti por assinalar). Romero, Rojo e Mascherano foram os melhores na Albiceleste (Messi não teve espaço para aparecer no jogo), já do lado iraniano fica uma sensação de injustiça após uma partida praticamente exemplar do ponto de vista táctico e defensivo.



Nigéria 1-0 Bósnia-Herzegovina

Fim de percurso para a estreante Bósnia. A sorte não esteve do lado do conjunto europeu - foi crescendo à medida que o jogo se foi desenrolando, sofreu um golo quando estava por cima, teve um golo mal anulado e viu um gigante Enyeama a negar-lhe o golo no último minuto - que apenas irá defrontar o Irão para cumprir calendário. Emenike foi um diabo à solta no ataque da selecção africana, Odemwingie (autor do golo) também esteve em evidência e Omeruo foi um muro na defesa (Ambrose esteve igualmente bem). Esperava-se mais da Bósnia neste Mundial (não teve a sorte do seu lado, até porque qualidade não falta a esta equipa), mas Pjanic voltou a realizar mais uma grande exibição (está em grande forma) e Besic encheu o meio-campo. Por outro lado, esperava-se mais de Dzeko e mais minutos de acção para Ibisevic, dupla que demonstrou uma veia goleadora na fase de qualificação.

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Argentina 2-1 Bósnia-Herzegovina

Exibição pouco convincente da Argentina. Viu-se cedo na frente do marcador graças ao auto-golo de Kolasinac mas só criou perigo quando o meio-campo da Bósnia começou a dar mais espaço (nem assim convenceu). Os centrais fizeram um jogo consistente, Pjanic foi o melhor destaque do lado dos estreantes em Mundiais, Mascherano o melhor na "Albiceleste" na 1.ª parte, já Messi passou ao lado do jogo durante 45' mas aumentou de nível na 2.ª parte e até marcou.



Irão 0-0 Nigéria

Jogo pouco interessante em Curitiba. Carlos Queiroz optou por montar uma equipa baseada na organização táctica e defensiva - resultou em pleno - e a Nigéria, que na teoria seria a equipa com maior obrigação de se adiantar no marcador, raramente criou chances de perigo. Aliás, a melhor ocasião da partida foi mesmo criada pelo Irão através de um cabeceamento de Ghoochanneijhad a permitir uma grande intervenção de Enyeama. Esperava-se muito mais do sector ofensivo e intermediário dos africanos (a qualidade dos jogadores assim o exigia) mas muito mérito para a postura dos iranianos (que também foram perdendo algum tempo para garantir o empate)