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Grupo H: Argélia consegue apuramento histórico

Grupo H: Argélia consegue apuramento histórico
Argélia 1-1 Rússia

A boa entrada da Rússia não foi suficiente para carimbar a passagem à próxima fase. Os argelinos foram assentando o seu jogo e Slimani aproveitou uma má saída de Akinfeev (muitas culpas neste Mundial) para colocar a Argélia pela primeira vez nos oitavos-de-final da competição. Grande jogo do avançado do Sporting, que continua a valorizar-se, bem secundado por Bentaleb e Feghouli (muito consistentes no meio-campo). A defesa também esteve segura (a dupla Halliche e Belkalem funcionou muito bem) mas aí há muito demérito do ataque russo. Glushakov foi dos elementos mais dos russos e o técnico Fabio Capello um dos que mais culpas arrecadou no cartório ao longo desta fase de grupos.



Coreia do Sul 0-1 Bélgica

Participação desastrosa das equipas asiáticas neste Mundial (nem uma única vitória). Ainda assim, e porque era essa a obrigação, a Coreia do Sul criou várias situações de perigo ao longo do jogo, mas um Courtois inspirado ou a cerimónia dos futebolistas asiáticos impediu que houvesse golos na baliza belga. Defour, hoje titular, foi expulso devido a uma entrada dura mas Vertonghen, aproveitando um remate de Origi (voltou a dar boas indicações), deu a vitória à sua equipa.




Emparelhamento dos oitavos-de-final

Grupo H: Bélgica garante apuramento nos últimos minutos, Argélia cilindra Coreia do Sul

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Bélgica 1-0 Rússia

O banco da selecção belga voltou a decidir neste Mundial'2014. O golo tardio de Origi, que voltou a entrar bem, deu a vitória à Bélgica, que assim garantiu a qualificação para os oitavos-de-final. Ainda assim, a exibição não voltou a convencer. Voltou a ficar a ideia de que esta selecção apenas consegue resolver as partidas com base em individualidades e não pela força do colectivo. Mertens foi o mais irreverente na 1.ª parte mas esfumou-se na etapa complementar, Lukaku voltou a passar ao lado do jogo, De Bruyne foi dos mais aceitáveis. A Rússia teve as suas oportunidades mas demonstrou algumas dificuldades no processo ofensivo. Glushakov e Shatov estiveram bem, mas continua a não se perceber a não inclusão de Kerzhakov no onze titular.



Coreia do Sul 2-4 Argélia

Uma 1.ª parte praticamente irrepreensível por parte da Argélia chegou para levar a partida de vencida por números esclarecedores. Um jogo com golos "portugueses" - Slimani, que também fez uma assistência e foi um dos melhores em campo, e Halliche - e que deixa a selecção africana mais próxima da ronda seguinte. Grandes exibições de Feghouli, que se tem destacado neste Mundial, Djabou e Brahimi (e bons pormenores de Medjani, ainda que tenha sido mais irregular). Do lado sul-coreano, apenas reagiram bem à desvantagem após o intervalo mas já demasiado tarde para aquilo que foi o jogo (Son Heung-Min foi o melhor).

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Bélgica 2-1 Argélia

Não foi uma vitória convincente por parte dos belgas mas foi evidente que é uma selecção com maior profundidade em termos de opções neste Mundial. 1.ª parte muito apática dos Diabos Vermelhos, com os argelinos a tomarem partido do penálti convertido por Feghouli - talvez a única ocasião para os magrebinos - e a baixarem as linhas e com uma jovem selecção belga a não ter soluções para desbloquear a teia defensiva contrária. Witsel foi dos mais consistentes mas valeram à Bélgica as três substituições de Wilmots a resolver o jogo: Fellaini empatou poucos minutos depois de ter entrado, Mertens carimbou a reviravolta e Origi esteve bem mais participativo que Lukaku. Esperava-se mais de Hazard (na 2.ª parte conseguiu melhor ligeiramente mas também foi vítima de alguma apatia colectiva) e sobretudo de Vertonghen, Dembélé e Chadli.



Rússia 1-1 Coreia do Sul

Tal como se previa, duas equipas a demonstrarem muitas dificuldades no processo ofensivo. Uma fífia monumental de Akinfeev a remate do recém-entrado Lee Keun-Ho permitiu à Coreia do Sul adiantar-se no jogo mas Kerzhakov, que entrou bem e mostrou mais argumentos que Kokorin, restabeleceu o empate. Partida com pouca intensidade, com os coreanos a defenderem com um bloco baixo e a rematarem sempre que tivessem espaço e a Rússia a apenas conseguir criar perigo nos últimos minutos da partida (nota especial para o bom jogo do lateral Eshchenko).