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Os Warriors imparáveis, os destaques da "primeira volta"

Os Warriors imparáveis, os destaques da "primeira volta"
A temporada da NBA já está na segunda metade, o que significa que o "All-Star Break" está aí a chegar. Altura, à semelhança do que já vem sendo habitual, de fazer um balanço individual (nomeação e respectiva justificação dos cinco jogadores que deveriam ser titulares no "All-Star Game") e colectivo (maiores surpresas e decepções) daquilo que foram os primeiros meses de competição.



Destaques individuais - All Stars

5 IDEAL DO OESTE: S. Curry, R. Westbrook, K. Bryant, K. Leonard, D. Cousins
Naquele que será o último ano de Kobe Bryant dentro das arenas, seria injusto não conceder um wildcard ao 24 dos LA Lakers. De resto só dá vontade de nomear jogadores dos Warriors. Steph Curry (29,9 pontos/jogo e uma estatística impressionante de tiros exteriores), salvo algum milagre, vai revalidar o título de MVP tal é o à-vontade com que joga e decide partidas, e Draymond Green (estaria neste cinco ideal, não fosse a situação de K. Bryant) assume-se cada vez mais como um jogador de elite, um PF-C capaz de alcançar triple-doubles com relativa facilidade. Para tal, é certo, muito contribui o modelo de jogo da equipa e a qualidade da mesma. Os números de DeMarcus Cousins falam por si (27,2 pontos/jogo e 11,2 ressaltos/jogo), isto num ano em que os Sacramento Kings estão na disputa por uma vaga nos playoffs da Conferência; na equipa com mais argumentos para fazer face aos campeões em título, Kawhi Leonard é o elemento em destaque nuns Spurs que têm igualmente um registo muito bom, sobretudo a jogar no Texas; a última vaga vai para Russell Westbrook (24,1 pontos/jogo e 9,8 assistências/jogo) que tem sido o segundo melhor PG da NBA, apenas superado pelo inevitável Curry.

5 IDEAL DO ESTE: K. Lowry, I. Thomas, L. James, P. George, A. Drummond
Numa Conferência bastante mais disputada do que costuma ser hábito, as vagas que escolhi para o backcourt são de todo inesperadas. Kyle Lowry tem estado em bom plano nos Raptors, equipa que mais uma vez deve assegurar uma boa classificação no Este, enquanto que Isaiah Thomas tem sido o principal foco dos Boston Celtics. Andre Drummond (15,2 ressaltos/jogo), como já havia previsto no ano passado, está finalmente a dar o salto que lhe era esperado (Van Gundy tem feito um bom trabalho nesse sentido); Paul George (23,6 pontos/jogo) está a mostrar que a lesão grave que sofreu é passado e deverá passar por ele o sucesso dos Pacers até ao final da temporada; LeBron James (24,9 pontos/jogo), sem novidades, continua a ser a figura de proa dos Cavaliers, líderes da Conferência.


Destaques colectivos - As surpresas e as desilusões

Isaiah Thomas e os Celtics em grande
Penso ser justo incluir os Warriors enquanto surpresa. Na teoria tinham tudo para voltar a garantir o primeiro lugar da Conferência e defender o anel conquistado, mas o que se vai vendo para já, um registo impressionante de 42-4, a arranhar o mítico 72-10 dos Bulls, e já depois de terem estabelecido a melhor marca de sempre no arranque de uma nova época, vai para além do que se poderia imaginar. Também os Boston Celtics, uma das cinco equipas da NBA que mais vitórias acumularam no espaço dos últimos 82 jogos, têm estado em plano de destaque, depois de no ano passado terem dado uma boa réplica para o elenco que tinham à sua disposição. Mérito do treinador, sem dúvida.

Do outro lado da balança encontram-se os Phoenix Suns e os Washington Wizards, duas equipas com condições para lutar por uma vaga nos playoffs, mas que têm estado aquém do potencial e qualidade dos seus elencos. Porém, sobretudo no caso dos Wizards, ainda há muita margem de manobra até ao fim.

NBA 2015/16: Candidatos e previsões individuais

Está de volta o melhor basket do Mundo! A noite de hoje marca o início da 70ª temporada da NBA, mais uma que deverá proporcionar emoções até ao último jogo. Os Golden State Warriors ficaram a sorrir no final da última época mas sabem que a revalidação do título constitui, por norma, uma tarefa ainda mais árdua. Entre retornos de jogadores-chave, mudanças de treinadores e rotações nos plantéis, é possível identificar aqueles que deverão ser os destaques da temporada que se avizinha.


Conferência Este: A rivalidade constante

Cleveland Cavaliers: O ano passado ficou marcado pela estreia de um novo treinador e por lesões cruciais na recta final, ainda assim, os Cavs ficaram muito perto de garantir o anel. Este ano, contando com um elenco praticamente idêntico, as espectativas continuam as mesmas (tudo o que não seja a Final da Conferência Este será uma desilusão). Com um LeBron ao nível de MVP e uma equipa já familiarizada com as exigências dos jogos a doer, a formação de Ohio será o alvo a abater numa Conferência onde os candidatos não apresentam argumentos tão fortes, exceptuando uma ou outra franchise. Principal obstáculo: LBJ já demonstrou por diversas vezes que está lá nos momentos decisivos, resta Irving e Love mostrarem também isso mesmo. Se o fizerem, os Cavs tornam-se num caso sério.

Chicago Bulls: Fim de uma Era. Os Bulls vão abandonar a postura defensiva característica de Tom Thibodeau e implementar uma estratégia mais ofensiva. Com um dos melhores bancos da NBA (talvez o melhor), e esperando, mais uma vez, que Rose (nível MVP outra vez?) não passe mais tempo "encostado" do que em jogo, Fred Hoiberg terá mão-de-obra mais do que suficiente para descobrir qual a sua melhor combinação para lutar pela vaga na Final. Principal obstáculo: já nem vale a pena referir que as lesões são uma parte indissociável do sucesso dos Bulls, mas este ano será bastante curioso de se ver como irá funcionar a defesa, não tanto pela falta de jogadores com qualidade, mas pelo novo modelo táctico. «Ataques ganham jogos, defesas ganham campeonatos», como se costuma dizer.

A equipa a ter em conta são... os Orlando Magic: Depois de andar a lutar com os 76ers pelo pior registo no Este, este pode ser finalmente o ano que marca o regresso dos Magic aos playoffs. Não tendo um plantel tão experiente como os Raptors, Heat ou até os Hornets (têm tudo para fazer uma boa época), a juventude deste elenco poderá trazer resultados positivos a curto/médio-prazo.


Conferência Oeste: O campeão e a velha raposa

Golden State Warriors: Os campeões partem para a nova temporada com a confiança em alta e poucas mudanças (a saída de Lee, que nem era imprescindível para Steve Kerr, foi a mais significativa). Os Golden State sabem que têm um dos melhores backcourts da NBA e um plantel bastante equilibrado que deverá dar seguimento ao que se passou há um ano. Principal obstáculo: o modelo de jogo dos GSW já foi bem estudado e poderá voltar a não ser tão eficaz (por falar em eficácia, os "Splash Brothers" vão ser mais vigiados que nunca e isso reflectir-se-á no rendimento colectivo).

San Antonio Spurs: O futuro seleccionador dos EUA tem aqui uma grande oportunidade para provar que os anos pouco importam para o sucesso de uma equipa. Depois de ter sido eliminado em Los Angeles de forma dramática, Popovich viu chegar LaMarcus Aldridge e David West, dois elementos que são um claro upgrade no frontcourt dos texanos. Parker continua a mostrar que "ainda está lá para as curvas" e os Spurs vão certamente querer reentrar na grande luta pelo tão ambicionado anel. Principal obstáculo: O banco é muito inferior ao cinco inicial e terá de deixar uma boa réplica tanto nos jogos importantes, como no resto da época (os veteranos têm de estar frescos para os playoffs).

A equipa a ter em conta são... os LA Clippers: Muito se tem falado no regresso de Durant, algo que aumenta consideravelmente as hipóteses dos OKC, de mais um ano em grande de Harden e dos Rockets, mas o poderio colectivo dos LA Clippers tem passado um pouco ao lado. Após conseguir manter DeAndre Jordan e contratar o velho conhecido Paul Pierce, Doc Rivers tem aqui uma excelente oportunidade para alcançar a Final da Conferência Oeste. A fasquia está bem acima do habitual mas há qualidade mais que suficiente para a ultrapassar. Será desta?


Previsões individuais

MVP: Russell Westbrook. Se os OKC quiserem ter boas chances de figurar nos playoffs vão ter que andar à boleia do que a dupla Westbrook-Durant fizer na temporada regular, sinónimo, portanto, de números elevados. Tratando-se do regresso de Durant, que poderá evidenciar alguma ferrugem, e pelo que Westbrook jogou na segunda metade da última época, a escolha recai sobre o PG.
6thMOY: Dennis Schroder. Deixou boas indicações no ano passado e Mike Budenholzer sabe da sua importância a partir do banco. Será uma das referências dos Atlanta Hawks quando a segunda linha estiver em jogo.
ROY: Karl-Anthnoy Towns. Ser titular é crucial para a entrega deste prémio e o jovem dos Minnesota Timberwolves é capaz de pontuar e conseguir ressaltos de forma consistente. Terá a ajuda de Garnett, um bónus adicional, e, por outro lado, a concorrência de Emmanuel Mudiay, Jahlil Okafor e D'Angelo Russell.
DPOY: Anthony Davis. Prevê-se mais um ano com números fantásticos e muitas vezes isso ajuda na eleição deste prémio, para o qual ele já é um candidato sério devido à sua presença perto do cesto.
MIP: Elfrid Payton. Não mereceu muito reconhecimento no seu ano de rookie mas, a confirmar-se a previsão relativa aos Orlando Magic e se aumentar a sua agressividade e confiança, o PG pode arrecadar este prémio.

Chicago Bulls 2014/15: O ano de Jimmy Butler

Findada a época da NBA e já com o Draft à porta, é altura de fazer uma retrospectiva da temporada dos Chicago Bulls. Sérios candidatos ao título na Conferência Este, a temporada voltou a ficar marcada por lesões dos habituais titulares (o cinco inicial falhou um total combinado de 88 jogos), algo que dificultou a obtenção de uma melhor classificação (3º) durante a fase regular. Desde a afirmação de Jimmy Butler ao despedimento de Tom Thibodeau, eis os 8 pontos principais que marcaram a época dos Bulls.


O ano de Jimmy Butler: Carregou os Bulls nos primeiros meses (excelente a forma como conseguiu atacar o cesto com maior frequência), quando Rose ainda não estava em condições, e chegou merecidamente ao All-Star Game. Faltava-lhe melhorar ofensivamente (defensivamente já era um dos melhores) e o trabalho-extra feito durante o Verão, exactamente com esse intuito, compensou. O título de MIP premiou o esforço daquele que outrora foi a 30ª escolha do Draft.

Pau Gasol, uma escolha acertada: Muito se falou em Carmelo Anthony para a vaga de SF mas foi o gigante espanhol a chegar enquanto free agent. Melhor teria sido impossível. 18,5 pontos/jogo, líder da equipa em ressaltos e blocos (fase regular), a sua experiência e o seu mid-range facilitaram a sua adaptação e levaram-no ao All-Star Game.

O patinho feio: Muito se criticou Mike Dunleavy no início da época por já ser um veterano que pouco mais acrescentava além do seu tiro exterior, mas o SF até foi um dos mais regulares. Melhorou defensivamente e foi uma fonte de pontos importante para um conjunto que no ano anterior foi um dos piores nesse aspecto.

O rookie Mirotic: O seu nome era um dos três mais falados para rookie do ano, e chegou mesmo a integrar, merecidamente, a equipa ideal de estreantes, mas não deslumbrou. Foi decisivo em algumas ocasiões, nota-se que tem talento, mas o jogo mais físico e exigente da NBA mostrou que nem mesmo a sua experiência no Real Madrid era suficiente para singrar de imediato. Precisa de melhorar ainda a sua eficácia.


Oh-Noah!: Não foi uma temporada fácil. 15 jogos falhados devido a lesão, a chegada de Gasol alterou as suas rotinas defensivas e os números, consequentemente, desceram a pique. Esperava-se que apresentasse um nível similar ao do ano passado (foi o DPOY) - nos playoffs mostrou maior intensidade - mas não foi o caso.
Acabou-se para Thibodeau: A relação com os membros superiores não era, aparentemente, a melhor mas é uma decisão que, de certa forma, faz sentido. Tom Thibodeau ficou conhecido por potenciar alguns jogadores e por dar primazia ao aspecto defensivo, o problema é que os Bulls estiveram bem longe de exibir essa consistência defensiva este ano (as lesões não podem ser desculpa para isso) e, tendo em conta a força do elenco à sua disposição, o técnico teve recursos para chegar mais longe nos playoffs. A partir de agora, é a vez de Fred Hoiberg.

Aquele "Game 4": Falando em playoffs, é impossível ficar indiferente ao desfecho da temporada. Especialmente o 4º jogo do embate com os Cavs. Depois do buzzer-beater de Rose no jogo anterior, a forma como LeBron James decidiu a partida, isto depois de aos árbitros ter escapado a ilegalidade cometida por David Blatt - pediu timeout quando já não tinha -, foi fatal para a moral da equipa. Injusto, sem dúvida. Todavia, exigia-se mais a quem jogava contra uma equipa condicionada.

A habitual irregularidade: Continuou a ser frequente assistir aos Bulls a adormecerem em determinados momentos do jogo, a movimentarem-se pouco sem bola no processo ofensivo e a facilitar perante adversários consideravelmente mais fracos. O factor-casa continua a não ser uma tendência, e isso nos playoffs não costuma perdoar, e mesmo o banco, um dos melhores da NBA, esteve, à excepção de Aaron Brooks (falhou nos playoffs) e Snell (poucos minutos), aquém do que se esperava.

O ano de Curry e dos Warriors de Steve Kerr

Venceu quem mais mereceu. Individualmente e colectivamente. Os Golden State Warriors abafaram a concorrência este ano e garantiram o título que já lhes escapava há 40 anos. Os "Splash Brothers" tiveram um ano de sonho (Curry voltou a quebrar o recorde de triplos numa época e foi eleito o MVP da fase regular; Klay Thompson ficará na memória pelos 37 pontos marcados num período), Draymond Green e Barnes deram um salto significativo, Iguodala foi preponderante no final (o seu sacrifício valeu-lhe o prémio de MVP das Finais, inédito por não ter sido titular num único jogo da fase regular), Steve Kerr (treinador com mais vitórias no ano de estreia) pôs a sua equipa a dar espectáculo e demonstrou a sua sagacidade nos playoffs.


LeBron não resolve sozinho; O fim de uma era nos Spurs?

NBA 2014/15: Playoffs
Ganharam os Warriors, mas esteve longe de ser um passeio. Os Cleveland Cavaliers, mesmo sem Kevin Love, conseguiram chegar às Finais da NBA mas a lesão de Irving condicionou a estratégia da equipa (Dellavedova foi um substituto à altura enquanto aguentou). LeBron James carregou a equipa às costas (incrível a evolução de rendimento da equipa desde que regressou de lesão) mas ainda não foi desta que ganhou o anel pela turma do estado de Ohio. Ainda na Conferência Este, os Atlanta Hawks chegaram com mérito à Final (excelente percurso na fase regular) mas a experiência do adversário, aliada a alguns infortúnios na fase decisiva, culminaram com duas derrotas caseiras que arrumaram com a questão na Conferência.

Do lado contrário, começam a acentuar-se as incógnitas em torno dos veteranos. Os San Antonio Spurs, depois de uma época de sonho, quedaram-se pela ronda inaugural (na fase regular já tinham dado indicações menos positivas) e a idade dos seus principais jogadores levanta cada vez mais dúvidas quanto ao futuro da franchise. De resto, James Harden (individualmente foi o melhor do ano) e os Houston Rockets não conseguiram dar luta aos campeões, enquanto os New Orleans Pelicans garantiram a última vaga na fase regular, deixando os OKC (mesmo com as lesões de Durant e Westbrook foram a grande decepção da temporada) de fora, mas acusaram a falta de experiência.

Curry/Harden & Warriors/Hawks, os destaques da "primeira volta"

West vs East - As escolhas do Adjunto1x2
A votação para o "All-Star Break" está oficialmente encerrada (amanhã são conhecidos os resultados finais) e a temporada da NBA está sensivelmente a meio, pelo que é altura de fazer um balanço individual (nomeação e respectiva justificação dos cinco jogadores que deveriam ser titulares no "All-Star Game") e colectivo (maiores surpresas e decepções) daquilo que foram os primeiros meses de competição.

NBA 2014/15: Prémios Individuais

É já daqui a uns minutos que tem início mais uma temporada do melhor basket do Mundo. Os San Antonio Spurs vão tentar repetir a façanha da época anterior mas a tarefa não será nada fácil. Num Oeste sempre muito renhido, a turma de Gregg Popovich sabe ainda que os rivais da outra Conferência estão bastante distintos relativamente àquilo que eram há um ano atrás. O regresso de LeBron James a Cleveland, o retorno (em definitivo?) de Derrick Rose aos grandes palcos, o peso de cima dos ombros de Kobe Bryant face à ausência forçada de Steve Nash, o hype em torno de «uma das melhores fornadas do draft dos últimos anos» - tudo isto perspectiva mais uma temporada em grande da NBA.

 
MVP da fase regular: Durant. Todas estas previsões são sempre um tiro no escuro e esta está longe de ser uma excepção. Com LeBron de volta a Cleveland, um Rose a 100%, um Stephen Curry a continuar-se a assumir nos Warriors, ou um Carmelo Anthony obrigado a carregar os New York Knicks aos ombros - já para não falar de outras estrelas, como Blake Griffin, Chris Paul (novamente o líder de assistências?), Kames Harden ou Kobe Bryant -, será interessante de se ver quem será o grande destaque na fase regular. Pela forma como os OKC estão órfãos de uma máquina de pontos, uma super-estrela capaz de carregar a equipa e catapultá-la para um bom registo no Oeste, Durant emerge como n.º1 contender pessoal ao prémio de MVP... e de jogador com mais pontos.
 
Rookie do ano: Jabari Parker. Desde cedo houve muito hype em torno de Parker e de Andrew Wiggins, 1.ª escolha do draft. Face às realidades de Milwaukee Bucks e Minnesota Timberwolves, a opção recai sobre o primeiro. Ainda assim, estes não são os únicos nomes a ter em conta. Julius Randle (LA Lakers), Marcus Smart (Boston Celtics), Elfrid Payton (Orlando Magic) e o previamente lesionado Nerlens Noel (Philadelphia 76ers) prometem dar que falar.
 
Treinador do ano: Gregg Popovich. David Blatt e Tom Thibodeau vão preparar as respectivas equipas para os playoffs, entrosando os diferentes jogadores, a probabilidade de haver uma equipa capaz de surpreender como os Phoenix Suns fizeram há um ano não parece ser tão elevada e partindo do princípio que os San Antonio Spurs se vão manter fiéis ao que têm feito nos últimos anos (a base da equipa é a mesma) e revalidar o estatuto de cabeça-de-série no Oeste, Popovich é o grande candidato à renovação do título.  

6th Man: Taj Gibson. Já começa a ser habitual ver o nome do PF/C dos Chicago Bulls entre os grandes candidatos a esta distinção e este pode ser o seu ano. Tem melhorado os diferentes aspectos do seu jogo e deverá assumir um papel mais preponderante a curto/médio prazo. O "eterno candidato" Jamal Crawford (LA Clippers), o até agora nunca oficialmente suplente Andre Iguodala (GS Warriors) e o irrequieto Isaiah Thomas (Phoenix Suns) também poderão fazer a diferença a partir do banco.
 
Most Improved Player (MIP): Andre Drummond. A categoria mais difícil de todas. Parece absurdo escolher um jogador que segundo as previsões nem aos playoffs deve chegar mas a sua margem de progressão é fantástica. Se este ano já conseguir demonstrar que é um monstro nas tabelas e se a isso acrescentar alguns números interessantes (alguns double-doubles, talvez) poderá consolidar ainda mais o seu nome na NBA.

Defensive Player (DPOY): DeAndre Jordan. É muito mais que os seus afundanços e já o mostrou na época passada. Este pode ser o seu ano de afirmação, e com Doc Rivers e Blake Griffin do seu lado tem todas as condições para se destacar neste capítulo. Anthony Davis (New Orleans Pelicans) será, à partida, o cabeça de cartaz nesta distinção.

NBA 2014/15: Conferência Este

É já na próxima madrugada que tem início mais uma temporada do melhor basket do Mundo. Os San Antonio Spurs vão tentar repetir a façanha da época anterior mas a tarefa não será nada fácil. Num Oeste sempre muito renhido, a turma de Gregg Popovich sabe ainda que os rivais da outra Conferência estão bastante distintos relativamente àquilo que eram há um ano atrás. O regresso de LeBron James a Cleveland, o retorno (em definitivo?) de Derrick Rose aos grandes palcos, o peso de cima dos ombros de Kobe Bryant face à ausência forçada de Steve Nash, o hype em torno de «uma das melhores fornadas do draft dos últimos anos» - tudo isto perspectiva mais uma temporada em grande da NBA.


Cleveland Cavaliers

É "O Regresso do Rei". LeBron James optou por deixar Miami após o insucesso nas Finais deste ano e, na condição de free agent, regressou ao clube que o viu crescer. Para além de LeBron, Kevin Love resolveu deixar Minnesota mais cedo do que muitos faziam prever com o objectivo de finalmente estar presente nos playoffs e, acima de tudo, ajudar os Cavaliers a conquistar um anel. Aliás, a política da franchise dá a entender que esse é um objectivo a curto prazo, uma vez que as duas últimas n.º1 picks (Anthony Bennett e Andrew Wiggins) foram "sacrificadas" para fazer chegar o all-star. Destaque ainda para as aquisições de Shawn Marion e Mike Miller, dois veteranos que podem ter bastante impacto. O que esperar destes Cavaliers? Não chegar à Final da Conferência será um fracasso (são incontornavelmente os favoritos no Este), mas a mentalidade tem de estar na conquista do grande troféu. Ter Irving, Love e LeBron, juntamente com Varejao e Waiters no cinco inicial, faz desta equipa uma das mais temíveis entre as 30 da NBA. Veremos se os Cavaliers conseguem "apresentar a química" logo no primeiro ano (os jogos da fase regular permitirão criar rotinas entre os diversos jogadores), se David Blatt é a pessoa indicada para liderar um conjunto com tantas estrelas e se o banco consegue acompanhar o ritmo dos titulares (especialmente nos jogos a doer).


Chicago Bulls

Agora é a sério... Depois de alguns anos em banho-maria dada a condição física de Derrick Rose, parece - esperemos pelos jogos oficiais para o comprovar - que os Bulls estão finalmente aptos para lutar por um anel. Não chegou o free agent Carmelo Anthony, mas chegou Pau Gasol, algo que poderá beneficiar o estilo de jogo implementado por Tom Thibodeau. Se o treinador é conhecido pela sua estratégia defensiva, o mesmo não se poderá dizer das novas caras em Chicago. O trintão Gasol é um upgrade (sobretudo defensivo) face a Boozer e permitirá a Rose ter mais espaço para semear o perigo, Mirotic é conhecido pela sua capacidade de tiro e movimentação, o rookie Doug McDermott chega com a fama de shooter. Felizmente para os adeptos de Chicago, Butler e Gibson mantêm-se na cidade e vão-se afirmando na equipa (o SG é um dos melhores da NBA no capítulo defensivo, o PF voltará a lutar pelo prémio de "6th Man Of The Year"). O que esperar destes Bulls? Muito mais consistência face à temporada anterior, um Rose a regressar gradualmente aos seus tempos de MVP, uma equipa limitada fisicamente (sim, isto mantém-se), melhores soluções a partir do banco e uma presença bem mais sólida entre os melhores da Conferência. A pré-época demonstrou que os Bulls ainda têm um longo caminho a percorrer mas as peças que constituem o plantel devem chegar para ombrear os melhores no Este.


Brooklyn Nets

Duas grandes novidades em Brooklyn. Paul Pierce saiu, chegou Jarrett Jack; Lionel Hollins sucedeu a Jason Kidd enquanto treinador. E vendo bem as coisas, os Nets até saíram a ganhar. Jack será um bom auxílio num backcourt liderado por Deron Williams e terá no frontcourt a excelência da experiência e do poder físico. Face à ausência de Paul George nos Pacers e às incógnitas em torno de outras franchises com qualidade mas ainda sem provas dadas, os Brookyln Nets partem como a 3.ª força maior na Conferência Este e uma das equipas a evitar nos playoffs. O que esperar destes Nets? O frontcourt é muito forte, mas o backcourt possui algumas lacunas. Serão uma das equipas a querer impor desde logo o "factor-casa" e a lutar pelo maior número possível de vitórias durante a fase regular para poderem beneficiar disso mesmo. Ainda assim, Cavaliers e Bulls partem como grandes favoritos.


Dark horse da Conferência: Washington Wizards

Foram uma das maiores surpresas da Conferência Este no ano passado e têm agora todas as condições para se imporem este ano. Enquanto muitos destacam os Toronto Raptors, há que olhar atentamente para os Wizards. Grande novidade: Paul Pierce. Chega para o lugar de Trevor Ariza (vai fazer falta, até porque era muito importante na manobra defensiva da equipa) e junta-se a um plantel que tem em John Wall e Bradley Beal um dos backcourts mais explosivos da Conferência e em Randy Wittman um dos técnicos mais desvalorizados da NBA. O que esperar destes Wizards? À semelhança dos Nets vão ser uma das equipas a evitar nos playoffs. Se Nene se mantiver à margem das lesões (também válido para Wall e Beal), se Gortat se continuar a exibir a bom nível e se Pierce pegar de estaca em Washington, poderão dar nas vistas bem mais cedo do que o esperado.



Previsão da classificação na Conferência Este:
  1. Chicago Bulls
  2. Cleveland Cavaliers
  3. Brooklyn Nets
  4. Toronto Raptors
  5. Washington Wizards
  6. Indiana Pacers
  7. Miami Heat
  8. New York Knicks

NBA 2014/15: Conferência Oeste

É já na próxima madrugada que tem início mais uma temporada do melhor basket do Mundo. Os San Antonio Spurs vão tentar repetir a façanha da época anterior mas a tarefa não será nada fácil. Num Oeste sempre muito renhido, a turma de Gregg Popovich sabe ainda que os rivais da outra Conferência estão bastante distintos relativamente àquilo que eram há um ano atrás. O regresso de LeBron James a Cleveland, o retorno (em definitivo?) de Derrick Rose aos grandes palcos, o peso de cima dos ombros de Kobe Bryant face à ausência forçada de Steve Nash, o hype em torno de «uma das melhores fornadas do draft dos últimos anos» - tudo isto perspectiva mais uma temporada em grande da NBA.


San Antonio Spurs

«Em equipa que ganha, não se deve mexer.» Deve ser este o lema adoptado pelos actuais campeões da NBA. Mas a tarefa será ainda mais difícil este ano. Se dúvidas havia relativamente à condição física de Duncan, Parker e companhia, os últimos dois anos foram a "prova provada" de que a vontade e o querer ultrapassam qualquer barreira física. E quem tem Gregg Popovich como treinador só pode sair a ganhar. O que esperar destes Spurs? Mais uma presença garantida entre os melhores, com Popovich a gerir a sua equipa para os momentos decisivos e um basquetebol inteligente e dinâmico por parte de uma equipa que tentará inscrever o seu nome na história da franchise (nunca venceram as Finais por duas vezes consecutivas). Outra pergunta que ficará a pairar no ar: último ano de Tim Duncan?


Oklahoma City Thunder

Os anos vão passando e o objectivo vai permanecendo o mesmo. Nenhuma alteração de maior e pouco que se possa acrescentar. Kevin Durant, cuja ausência no início da época não deverá ser importante (interessa que esteja fisicamente apto na fase decisiva), e Russell Westbrook deverão apresentar números de MVP novamente e serão os principais responsáveis por carregar a equipa até aos playoffs. A partir daí é que começa o desafio a sério, numa Conferência já bastante renhida por natureza e onde reinam os actuais campeões da NBA, carrascos dos OKC no ano passado. O que esperar destes OKC? Mais do mesmo, como já foi dito. A grande incógnita prende-se com a capacidade desta equipa em chegar à final da Conferência. Já o conseguiram há três anos e daí para a frente foram traídos pelo infortúnio de Westbrook e pela excelência dos Spurs. Será desta que Durant consegue o tão ambicionado troféu?


LA Clippers

Antes de analisar os LA Clippers, devo admitir que hesitei bastante entre a formação de Doc Rivers e os Golden State Warriors para a denominação de "3.ª força maior no Oeste". Dito isto, espera-se novo espectáculo para o lado da "Cidade dos Anjos". Se por um lado o cinco inicial manterá a sua base, por outro convém destacar a chegada de Spencer Hawes, que assim adiciona maior profundidade e capacidade de tiro a um frontcourt que estava órfão de uma alternativa para a posição de PF até agora. Resolvidos os problemas internos, que afectaram a equipa nos playoffs, é altura de elevar "lob city" a um novo patamar. O que esperar destes Clippers? Blake Griffin e DeAndre Jordan prometem retomar os afundanços que lhes são característicos, Chris Paul será candidato principal a líder de assistências, mas acima de tudo espera-se uma equipa mais madura e capaz de ter uma mentalidade mais ganhadora, sobretudo a partir das meias-finais dos playoffs (Doc Rivers vai exigir mais e melhor nesta segunda época à frente da equipa).


Dark horse da Conferência: Dallas Mavericks

Mark Cuban mostrou que não brinca em serviço e apostou forte no defeso. As chegadas de Chandler Parsons e Tyson Chandler elevam os Dallas Mavericks a um estatuto que já não se via desde o título de 2011 (e nessa altura nem eram os favoritos) e aumentam a pressão sobre os demais rivais da Conferência. Em sentido contrário, menos pressão sobre os ombros de Dirk Nowitzki. Muita expectativa sobre a franchise que deixou sair Vince Carter, mas que foi, em contrapartida, a grande campeã das contratações no Oeste (aos dois nomes supracitados falta acrescentar o de Raymond Felton). A maior interrogação prende-se com o banco. O que esperar destes Mavs? Antes de mais, Rick Carlisle não tem desculpas para apresentar maus resultados. Por isso, este vai ser um teste à sua capacidade de liderança. Depois cabe a cada um confirmar o porquê de se elevar estes Mavericks a mais do que uma simples equipa de playoffs - Nowitzki terá de se voltar a exibir a um nível próximo de MVP, Chandler terá de demonstrar que continua um monstro nas tabelas, Parsons deverá confirmar o seu estatuto em Dallas e o próprio Monta Ellis tem tudo para se destacar no backcourt.



Previsão da classificação na Conferência Oeste:
  1. San Antonio Spurs
  2. Oklahoma City Thunder
  3. LA Clippers
  4. Golden State Warriors
  5. Dallas Mavericks
  6. Portland Trail Blazers
  7. Denver Nuggets
  8. Houston Rockets

Bulls e Cavs acertam troca Deng-Bynum (Cavs sonham com os playoffs, Bulls pensam no futuro)

Bulls e Cavs acertam troca Deng-Bynum (Cavs sonham com os playoffs, Bulls pensam no futuro)
Os Chicago Bulls e Cleveland Cavaliers puseram uma vírgula na especulação em torno do futuro de Andrew Bynum - está longe de ser um ponto final - depois de confirmarem a trade que envolve o antigo jogador dos L.A. Lakers e o all-star Loul Deng, que assim deixa a cidade de Chicago. Os Cavaliers adquirem o internacional britânico em troca do center e de future draft picks (2014 e 2015).

Um negócio que favorece as duas franchises (uma no imediato, a outra numa perspectiva futura). Os Cavaliers reforçam o estatuto de candidatos a vaga nos playoffs ao preencherem as duas maiores lacunas da equipa, que já haviam sido reportadas anteriormente: posição de forward e o factor experiência. Ainda assim, resta a dúvida se Deng irá permanecer em Cleveland depois do fim da temporada. Os Bulls "livraram-se" de um jogador que terminava contrato no Verão de 2014, baixaram o total de salários (agora abaixo dos 70M de dólares, sensivelmente o valor do luxury tax) e iniciaram um processo de renovação do plantel que deverá ter continuidade daqui a uns meses (a transferência de Bynum, que não deve ficar em Chicago durante muito tempo, apenas interessa devido às future draft picks). A permanência de Boozer, o estado de D. Rose e a classificação final dos Bulls serão decisivas (o pior cenário será um sorteio desfavorável no draft 2014).

A média impressionante de Roy Hibbert

A média impressionante de Roy Hibbert
Não foi à toa que Roy Hibbert foi apontado como um dos fortes candidatos a DPOY. Ibaka está a fazer um início de época um pouco aquém daquilo a que já nos habituou e o 55 dos Pacers está finalmente a justificar o porquê de ser um dos melhores defensores da NBA. Pois bem, Hibbert apresenta neste momento uma média de 4,8 blocos/jogo, o mesmo que dizer que é 20º... entre todas as equipas da NBA (15º em termos de número de blocos)! Resultado prático: os Pacers têm o melhor registo da NBA (9-0, recorde desta franchise) e a seguir aos Heat são a equipa que menos pontos consente aos seus adversários. Do ponto de vista individual, Hibbert domina a tabela uma vez que Anthony Davis (destacado há pouco tempo) é segundo neste capítulo com uma média de 3,1BPG. Continuando assim, Roy Hibbert será indubitavelmente o melhor jogador defensivo do ano e ameaçará os recordes individuais existentes (a sua média é uma das cinco melhores de sempre, ainda que a época apenas conte com nove jogos). Se Hibbert mantivesse esta média durante o resto da temporada - é muito improvável que se consiga manter um registo deste calibre, mas uma média a rondar os 4,0 seria um grande desafio - seria a primeira vez em 18 anos que um jogador quebraria a barreira dos 4,0BPG (indo mais longe, seria necessário recuar até 1985/86 para que se verificasse uma média superior a 4,8BPG - Manute Bol com a média de 4,96BPG).

A afirmação de Anthony Davis

A afirmação de Anthony Davis
Em 2012 foi a nº1 pick do draft e foi apontado como o mais forte candidato a rookie do ano - as lesões, os resultados da formação de New Orleans (na altura Hornets) e a forma de Lillard afastaram esse cenário. Pelo meio integrou a comitiva norte-americana, o que lhe valeu maior experiência e o ajudou em vários aspectos do seu jogo. Em 2013 o cenário mudou de figura - os Pelicans reconstruíram a sua equipa de modo a dar espaço aos jovens atletas para crescer e lutar por uma vaga nos playoffs. E Anthony Davis? Passou de rookie em quem todos depositavam grandes esperanças para referência da equipa. É certo que a campanha dos Pelicans está a ser negativa (3-5) mas nota-se um enorme upgrade em relação ao ano passado. Atente-se nos dados: na temporada anterior os Pelicans tinham uma média de 94,1 pontos/jogo e concediam aos adversários uma média de 97,9 no mesmo capítulo; este ano a média de pontos/jogo marcados subiu para 95,9 e desceu, ainda que ligeiramente, para 97,4 nos pontos concedidos (curioso observar que nas três vitórias da época não concederam mais que 85 pontos ao adversário). Mais uma vez se pergunta: e Anthony Davis? A estatística volta a não enganar muito. Tendo em conta que passou a ser a referência da equipa, os dados sugerem que melhorou imenso relativamente a 2012/13. Apesar de ainda estarmos numa fase precoce da época fica desde já a pergunta: depois de falhar o título de ROY (rookie do ano), será Anthony Davis o mais forte candidato a MIP (Atleta com maior evolução)?

A. Davis 2012/13 (64): PPG - 13,5; FG% - 51,6; FT% - 75,1; APG - 0,98; RPG - 8,2; SPG - 1,17; BPG - 1,75; TO - 1,39

A. Davis 2013/14 (8): PPG - 20,9; FG% - 46,8; FT% - 86,0; APG - 1,6; RPG - 10,8; SPG - 2,25; BPG - 3,38; TO - 1,38


(NOTA: Para consultar o glossário dos termos acima colocados clique aqui)

NBA 2013/14: As previsões do Adjunto1x2

Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Além do prémio entregue à equipa que superou os adversários da sua Conferência e o melhor da oposta, há ainda aqueles que distinguem os jogadores e equipas com os melhores registos estatísticos e melhores performances. Assim, o Adjunto1x2 fez questão de abraçar o desafio de tentar adivinhar os jogadores e equipas que mais se irão destacar nesta temporada que hoje se inicia.


A nível colectivo os destaques vão para os mesmos intérpretes (sobretudo no Este). Se na Conferência Oeste o equilíbrio competitivo pode dificultar as previsões, na Conferência Este Heat e Bulls serão os dois principais candidatos ao título. A equipa com melhor registo ofensivo, à semelhança do que costuma acontecer, deve ser do Oeste; em sentido contrário, será no Este que iremos encontrar a melhor formação do ponto de vista defensivo.

Vencedor da Conferência Oeste: San Antonio Spurs (Warriors, Rockets e OKC os outros candidatos principais)
Vencedor da Conferência Este: Miami Heat (Bulls, Nets e Pacers fecham o top-4)
Equipa com melhor registo ofensivo: Houston Rockets
Equipa com melhor registo defensivo: Chicago Bulls



Individualmente, as escolhas deixam de ser tão fáceis. O prémio MVP deverá pertencer a LeBron James (alerta urgente: se os Bulls vencem a Conferência o cenário poderá ser bem diferente), havendo sempre outros "candidatos eternos" (Durant, Carmelo Anthony, Curry, Harden ou o retornado Rose). Os rookies que estarão na berlinda para o título de ROY serão a dupla de Washington (Otto Porter e Glen Rice Jr), Bennett, McLemore, Olynik e Oladipo. Defensivamente, os candidatos a DPOY não devem variar muito: Ibaka, Davis, Hibbert, DeAndre Jordan e Howard assumem-se como "protectores do cesto". A escolha mais difícil parece ser a de MIP: foram feitas várias referências a jogadores que tinham tudo para se afirmar ao longo dos posts anteriores, o que torna a tarefa de escolha muito complicada. O prémio de 6th man também é outro que pode dar que falar: Klay Thompson, Terry, JR Smith ou um elemento das franchises que tentam voltar a marcar presença nos playoffs parecem ser as alternativas mais viáveis. O jogador com mais PPG deverá ser um de quatro: Durant, C. Anthony, LeBron James, Kobe Bryant (de todos aquele com menos bolas encestadas ao longo da época devido à sua lesão). A nível de RPG Drummond, Asik, D. Howard, D. Lee, Vucevic e Brook Lopez prometem dominar as tabelas. C. Paul, D. Will, Rubio, Holiday e Wall são os grandes candidatos a terminar a época com mais APG. Quanto a SPG C. Paul, Conley, Rubio, Bradley e Chalmers são os grandes favoritos. S. Ibaka avizinha-se como atleta com mais BPG numa lista muito equilibrada composta por DeAndre Jordan, Hibbert, Howard e Brook Lopez.

MVP (melhor jogador da fase regular): L. James (MIA)
ROY (melhor rookie): V. Oladipo (ORL)
DPOY (melhor jogador no capítulo defensivo): S. Ibaka (OKC)
MIP (jogador que mais evoluiu): D. DeRozan (TOR)
6th man: K. Thompson (GSW)
Jogador com mais PPG (pontos): K. Durant (OKC)
Jogador com mais RPG (ressaltos): A. Drummond (DET)
Jogador com mais APG (assistências): C. Paul (LAC)
Jogador com mais SPG (roubos de bola): C. Paul (LAC)
Jogador com mais BPG (blocos): S. Ibaka

NBA 2013/14: Phoenix Suns & Sacramento Kings (Conferência Oeste - Pacific)

Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Pacific os Warriors partem este ano como favoritos à conquista do título da divisão. Os Clippers, agora comandados por Doc Rivers, parecem ser os principais oponentes, mas nunca se pode deixar de lado os Lakers que contam com Kobe Bryant, ainda que actualmente lesionado, no seu plantel. Suns e Kings de tudo farão para alcançar uma vaga nos playoffs.


Os Suns não deverão ter grandes hipóteses na sua divisão e Conferência. A trade de última hora com os Wizards também não ajuda a formação do estado do Arizona, uma vez que Gortat era um dos jogadores principais do cinco inicial. Bledsoe foi uma excelente aquisição para um backcourt que já contava com Dragic - evoluiu bastante e já se tornou na referência da equipa. A grande dúvida prende-se com o frontcourt. Numa Conferência tão renhida, parece obrigatório ter um sector com jogadores de créditos firmados. Apesar de uma preseason de bom nível, o cenário na fase regular não se avizinha tão animador.

Os Kings poderão ser uma surpresa agradável esta época. Depois de alguns anos aquém de um lugar nos playoffs, este ano o cenário não deve ser posto de parte. O backcourt apresenta um nível muito bom (Vasquez, Thomas, Thornton e o rookie McLemore oferecem garantias mais que suficientes) e o frontcourt também não é mau de todo (Cousins é titularíssimo na sua posição e tem tudo para ser a grande figura dos Kings esta época, a posição F não está ao nível das restantes). Ainda assim, os Kings devem apresentar bons argumentos no panorama ofensivo sendo a defesa o seu maior problema (não surpreenderá uma média de cerca de 100pts consentidos por jogo).

(Previsão do Adjunto1x2: Apesar de uma boa preseason, os Suns não devem causar qualquer tipo de surpresa; Os Kings vão apresentar um score melhor mas insuficiente para chegar aos playoffs)

NBA 2013/14: Los Angeles Lakers (Conferência Oeste - Pacific)

NBA 2013/14: Los Angeles Lakers (Conferência Oeste - Pacific)
Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Pacific os Warriors partem este ano como favoritos à conquista do título da divisão. Os Clippers, agora comandados por Doc Rivers, parecem ser os principais oponentes, mas nunca se pode deixar de lado os Lakers que contam com Kobe Bryant, ainda que actualmente lesionado, no seu plantel. Suns e Kings de tudo farão para alcançar uma vaga nos playoffs.


Uns Lakers com Kobe totalmente recuperado da lesão é sinónimo de playoffs. Face à sua ausência é sempre uma incógnita ver como a formação de L.A. se aguenta. Sem Kobe Bryant: não tendo uma qualidade de outros tempos, o plantel nem sequer é dos piores da NBA (All-Star players, momentum changers e opções seguras); com Kobe: não sendo os favoritos a terminar no topo, têm tudo para fazer frente aos principais candidatos. Sem a sua super-estrela a equipa perde capacidade ofensiva e uma referência para alturas decisivas ou para mudar a corrente do jogo de um momento para o outro. Ainda assim, Gasol e Nash são jogadores veteranos e com vasta experiência, Young, e Henry são as grandes apostas dos Lakers face à ausência de Kobe. É difícil fazer uma previsão do que estes Lakers poderão fazer, mas de certeza que o registo sem Kobe não vai ser tão positivo (são a grande incógnita da Conferência e tudo vai depender do período de recuperação do número 24 dos Lakers).

(Previsão do Adjunto1x2: Deduzindo que Kobe volta no final do primeiro terço da fase regular, os Lakers conseguem apuramento para os playoffs)
 

NBA 2013/14: Los Angeles Clippers (Conferência Oeste - Pacific)

NBA 2013/14: Los Angeles Clippers (Conferência Oeste - Pacific)
Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Pacific os Warriors partem este ano como favoritos à conquista do título da divisão. Os Clippers, agora comandados por Doc Rivers, parecem ser os principais oponentes, mas nunca se pode deixar de lado os Lakers que contam com Kobe Bryant, ainda que actualmente lesionado, no seu plantel. Suns e Kings de tudo farão para alcançar uma vaga nos playoffs.


Alcançar os playoffs é um dado praticamente adquirido, resta saber se existem condições para lutar pelo anel. A mudança no comando técnico foi a mais sonante nos Clippers, que perderam Bledsoe e Butler, importantes elementos de segunda linha. Chris Paul é a grande figura, além dos high flyers DeAndre Jordan e Blake Griffin. No banco continuam jogadores que dão profundidade à equipa - Crawford, Barnes, Mullens -, restando saber se o plantel é suficiente para conseguir chegar longe. Doc Rivers é um treinador que privilegia a defesa, pelo que será interessante verificar se "lob city" ainda se poderá aplicar a esta formação (os próprios jogadores já admitiram que será improvável) e se uma equipa com vocações ofensivas conseguirá conciliar esse aspecto com as obrigações defensivas que serão impostas pelo novo treinador.

(Previsão do Adjunto1x2: Na teoria têm o suficiente para ocupar um lugar entre os principais cabeças-de-série, mas deverão terminar a fase regular numa posição mediana (entre o quarto lugar, na melhor das hipóteses, e o sexto)

NBA 2013/14: Golden State Warriors (Conferência Oeste - Pacific)

NBA 2013/14: Golden State Warriors (Conferência Oeste - Pacific)
Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Pacific os Warriors partem este ano como favoritos à conquista do título da divisão. Os Clippers, agora comandados por Doc Rivers, parecem ser os principais oponentes, mas nunca se pode deixar de lado os Lakers que contam com Kobe Bryant, ainda que actualmente lesionado, no seu plantel. Suns e Kings de tudo farão para alcançar uma vaga nos playoffs.


Os Warriors têm tudo para vencer a divisão e chegar à Final da Conferência Oeste. A Curry, figura em destaque na época passada e cujo cenário não deverá mudar, juntam-se um David Lee (espera-se que as lesões sejam um assunto do passado) a dominar as tabelas; um Bogut que foi adquirindo relevância à medida que a sua época de estreia enquanto 'warrior' se foi desenrolando; um Barnes de quem, depois de um sólido ano de rookie, se espera uma grande afirmação; um Klay Thompson que tanto poderá ser 6th man como titular, mas que em todo o caso acrescenta algo que falta à equipa; um Iguodala que entrará directamente para o cinco inicial para dar consistência ofensiva e, sobretudo, defensiva. Uma das melhores características destes Warriors é a capacidade de qualquer um dos elementos que alinhará de início conseguir facilmente chegar aos 15 pontos/jogo (a variedade de soluções é fantástica: além do aspecto mencionado, conseguem marcar de qualquer maneira e feitio). A maior preocupação, além das lesões (foram um problema para um ou outro jogador no ano passado mas, salvo alguma recaída inesperada, não é provável que o plantel volte a ser afectado), é a capacidade de resposta por parte do banco.


(Previsão do Adjunto1x2: Os Warriors vencem a divisão e conseguem um lugar entre os três melhores cabeças-de-série da Conferência Oeste)

NBA 2013/14: Portland Trail Blazers & Utah Jazz (Conferência Oeste - Northwest)

Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Northwest os OKC estão privados de Westbrook e a tarefa de Durant torna-se, por isso, mais difícil e importante. Os Nuggets, mesmo com um novo treinador, continuam a ser uma ameaça; os Trail Blazers vão-se tentar redimir do que fizeram na época passada; Timberwolves e Jazz vão ser os outsiders desta divisão.


Em Portland Lillard volta a ser rei. A boa campanha dos Trail Blazers está dependente do ROY do ano passado. O cinco inicial que deverá ser apresentado até tem qualidade mas faltam opções de excelência no banco (a posição F apenas tem Aldridge, a outra estrela da equipa, e Batum, pois não é de esperar que Claver, Wright ou Freeland possam acrescentar grande coisa). Muita atenção, no entanto, para C.J. McCollum, rookie que chega a Portland como 10ª escolha do draft. A falta de recursos fiáveis e a defesa serão as maiores preocupações inerentes à formação de Portland.

Os Utah Jazz foram uma das formações mais desfavorecidas com as trades que antecedem esta época. Perderam os elementos principais do frontcourt - Millsap e Jefferson - mas, com o draft deste ano, ganharam um rookie - Trey Burke - que, apesar de actuar no backcourt, poderá ser fundamental para as aspirações da equipa. Ainda assim, não é de esperar que Kanter e Favors façam maravilhas nesta primeira época enquanto titulares lado-a-lado pelo que as hipóteses dos Jazz vão ser muito diminutas (defensivamente não se devem esperar grandes resultados, ainda para mais com a saída de Carroll, elemento que dava garantias nesse capítulo). Ofensivamente os Jazz estarão igualmente longe de ser das melhores franchises da época.

(Previsão do Adjunto1x2: Face à forte concorrência existente na Conferência Oeste, nenhuma das duas equipas vai alcançar os playoffs)

NBA 2013/14: Denver Nuggets & Minnesota Timberwolves (Conferência Oeste - Northwest)

Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Northwest os OKC estão privados de Westbrook e a tarefa de Durant torna-se, por isso, mais difícil e importante. Os Nuggets, mesmo com um novo treinador, continuam a ser uma ameaça; os Trail Blazers vão-se tentar redimir do que fizeram na época passada; Timberwolves e Jazz ser os outsiders desta divisão.


Mesmo sem George Karl, Iguodala e o ainda lesionado Gallinari os Nuggets continuam a ser uma ameaça na Conferência Oeste. Uma equipa habituada a transições rápidas e a marcar vários pontos por jogo, mas que, com a lesão de Gallinari e sobretudo a saída de Iguodala para os Warriors, vai sentir mais dificuldades no capítulo defensivo. Ty Lawson assumirá as rédeas de uma equipa que, mesmo sem contar com super-estrelas, tem tudo para conseguir chegar longe. É difícil apontar para alguém em particular que se irá destacar (Faried, se jogar ao mesmo nível, tornar-se-á numa referência em Denver) pois é uma equipa que se destaca pelo colectivo. Resta saber o que Brian Shaw trará aos Nuggets e se defensivamente a formação do estado do Colorado se irá manter a um nível aceitável.

Os Timberwolves, se se mantiverem saudáveis, têm tudo para lutar por uma vaga nos playoffs. Kevin Love é a estrela da companhia (possivelmente o melhor da NBA a actuar na posição) e Rubio o jovem em quem todos vão centrar atenções (a lesão deitou por terra quaisquer hipóteses que os Timberwolves podiam ter no ano passado). Será interessante ver como se comportam os novos reforços - Martin vem de Oklahoma, com muita experiência, para jogar ao lado de Rubio no backcourt; Brewer chega de Denver habituado a um jogo muito ofensivo; Budinger acrescenta profundidade - e como se portam os que já pertenciam ao plantel do ano transacto - Pekovic surpreendeu pela positiva, Barea será importante vindo do banco, Derrick Williams pode "dar o salto". A maior preocupação terá de se prender com os níveis ofensivos (sendo uma equipa com jogadores vocacionados para o ataque, a defesa será um problema).

(Previsão do Adjunto1x2: Os Nuggets, não repetindo a façanha da última temporada, vão garantir um lugar nos playoffs ocupando uma vaga entre o 5º e o 7º posto; Os Timberwolves vão lutar até ao fim pela última vaga)

NBA 2013/14: Oklahoma City Thunder (Conferência Oeste - Northwest)

NBA 2013/14: Oklahoma City Thunder (Conferência Oeste - Northwest)
Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Northwest os OKC estão privados de Westbrook e a tarefa de Durant torna-se, por isso, mais difícil e importante. Os Nuggets, mesmo com um novo treinador, continuam a ser uma ameaça; os Trail Blazers vão-se tentar redimir do que fizeram na época passada; Timberwolves e Jazz vão ser os outsiders desta divisão.


As hipóteses dos OKC estão condicionadas: este ano tudo depende de Westbrook. Parece estranho escrever isto quando existe Durant na equipa... A verdade é que o backcourt dos OKC apenas é sinónimo de "luta pelo anel" quando se tem Westbrook a 100% (não é dos melhores da NBA, mas a dupla Westbrook-Durant atenua essa debilidade). Reggie Jackson e Lamb terão de dar o seu melhor em todos os jogos para corresponder. O frontcourt tem o dobro da qualidade - é um luxo poder contar com Durant (sempre candidato a MVP), Ibaka (mais uma vez favorito a DPOY) e Perkins. A posição G é a grande preocupação de Scoot Brooks que terá uma inteira fase regular para encontrar a melhor solução para debelar as consequências da ausência de uma das suas super-estrelas.

(Previsão do Adjunto1x2: Os OKC vão vencer a divisão, segurar um dos três primeiros lugares da Conferência, mas apenas poderão almejar o tão desejado título se contarem com um Westbrook capaz de jogar sem limitações)

NBA 2013/14: Dallas Mavericks & New Orleans Pelicans (Conferência Oeste - Southwest)

Uma nova época da melhor liga de basket do mundo - NBA - está prestes a ter início. Os jogos da pré-temporada já decorrem e permitem tirar alguns apontamentos relativos ao que se poderá esperar de cada equipa. Os Miami Heat, novamente favoritos, procuram defender o seu título mas há algumas franchises que poderão baralhar as contas à equipa de LeBron e companhia. Na divisão Southwest os veteranos Spurs vão procurar dar continuidade ao domínio da divisão. No entanto, a tarefa vai ser a mais difícil dos últimos anos: os Rockets apostaram em força na contratação de Dwight Howard, os Grizzlies mantiveram os jogadores principais de modo a voltar a causar surpresas na Conferência Oeste, os Mavericks, agora com Ellis ao lado de Nowitzki, procuram repetir o sucesso de 2011 e os Pelicans são uma das equipas a ter em atenção esta época.


Nowitzki é o factor-chave para o sucesso dos Mavericks. A ausência (por lesão) do alemão foi notória no início da temporada anterior e espera-se que os resultados dos Mavs sejam bem diferentes desta vez. A equipa apresenta dois G (ambos novos na cidade) que dão garantias - Ellis e Calderon - e que poderão ser determinantes ao longo do ano. Nowitzki continua como o "MVP de Dallas" mas elementos como Marion, Carter, Dalembert e Wright não devem ser ignorados. Várias alternativas, boa profundidade e bom equilíbrio pautam estes Mavericks. Resta saber se será suficiente (a consistência a nível de resultados nem sempre é boa).

Os Pelicans têm o plantel mais novo da NBA, mas nem por isso o que tem menos qualidade. A posição de G foi renovada (backcourt muito forte, com jovens de qualidade e com muito potencial) e Davis, se evitar as lesões (um problema no ano passado), poderá dar o salto" e assumir nova preponderância. A maior preocupação reside na posição F (Ryan Anderson parece ser a única alternativa viável) e no excesso de juventude / falta de experiência (um pouco à semelhança do que foi reportado na análise ao plantel dos Cavaliers). Será um ano importante: se chegarem aos "playoffs adquirem uma nova experiência, se isso não acontecer sempre dará para estabelecer uma química entre os diversos jogadores e esperar pelo próximo ano para atacar a sério.

(Previsão do Adjunto1x2: Ambas as franchises vão lutar até ao fim por uma das últimas vagas de acesso aos playoffs e apenas uma se conseguirá qualificar)