
Nem o virar dos anos retira favoritismo aos Spurs de Gregg Popovich. Não sendo os principais candidatos ao título (nem mesmo favoritos na Conferência Oeste), a experiência dos Spurs é um factor que mais nenhuma franchise tem. Duncan cumpre o seu 16º ano a envergar o equipamento da NBA, Parker mantém-se responsável por pautar o jogo dos Spurs (se mantiver a forma do Eurobasket o lugar entre os principais cabeças-de-série da Conferência estará garantido), Ginobli terá de demonstrar que "a idade é só um número" (notou-se uma grande quebra de rendimento no ano passado). Além dos big-three do Texas existem mais uns elementos a ter em atenção: Leonard afirmou-se em 2013 (podia muito bem ter ganho o prémio de MIP) e espera-se muito dele nesta nova temporada; Splitter terá de demonstrar maior segurança no capítulo defensivo; saiu Neal, entrou Belinelli (adquiriu experiência em Chicago que vai favorecer a sua adaptação ao estilo de jogo de Popovich) que assim se junta a Green e Bonner como especialista nos lançamentos triplos. Uma incógnita que já vem do ano anterior e pode preocupar os Spurs é a sua prestação face a equipas que tenham um ritmo de jogo rápido e encestem de qualquer lado do campo (ex.: Warriors, Nuggets, OKC).
(Previsão do Adjunto1x2: Os Spurs vão-se preocupar em chegar em boa forma aos playoffs - fazer uma campanha suficiente para serem um dos principais cabeças-de-série - mas a classe de Parker e Duncan não irá ser suficiente para a conquista do anel)
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